História da argamassa

As argamassas têm uma longa história de uso na construção civil, remontando a milhares de anos. A sua origem pode ser rastreada até as civilizações antigas, onde diferentes culturas desenvolveram formulações de argamassas para diversos fins construtivos. Aqui estão alguns marcos importantes na história das argamassas:

Civilizações Antigas: Na Mesopotâmia, Egito, Grécia e Roma Antiga, as argamassas eram amplamente utilizadas na construção de estruturas como templos, palácios, aquedutos e estradas. Os romanos, em particular, são conhecidos por terem desenvolvido argamassas avançadas usando cal e pozolana (um tipo de cinza vulcânica), que proporcionavam uma excelente resistência e durabilidade.

Idade Média: Durante a Idade Média na Europa, as argamassas continuaram a ser fundamentais na construção de castelos, igrejas e fortificações. A cal virou um componente crucial, sendo utilizada para ligar pedras e tijolos em paredes e estruturas.

Renascimento e Idade Moderna: Com o Renascimento e o início da Era Moderna, houve um ressurgimento do interesse pela arquitetura clássica romana. Isso levou ao redescobrimento das técnicas romanas de construção, incluindo o uso de argamassas especiais.

Desenvolvimentos Tecnológicos: Ao longo dos séculos XVIII e XIX, com o avanço da ciência dos materiais e a industrialização, novos tipos de argamassas foram desenvolvidos. A adição de cimentos e outros aditivos melhorou as propriedades das argamassas, tornando-as mais resistentes, duráveis e adaptáveis a diferentes condições climáticas e usos específicos.

Século XX até Hoje: No século XX, a tecnologia de argamassas continuou a evoluir com o desenvolvimento de novos ligantes, aditivos e métodos de aplicação. Hoje, as argamassas são formuladas para uma ampla gama de aplicações, desde a construção tradicional até a restauração histórica, passando por obras de grande escala e até mesmo pequenos projetos domésticos.

Em resumo, as argamassas têm uma história rica e diversificada, evoluindo ao longo dos milênios para se tornarem um componente essencial na construção civil moderna, oferecendo soluções variadas para as necessidades de construção e manutenção de estruturas.

Construtor, dê o devido valor à essa fase de sua obra: Impermeabilização.

O processo de impermeabilização em uma obra pode variar significativamente dependendo do tipo e do tamanho da construção, bem como das características específicas do projeto. No entanto, em termos de custos totais de uma obra, a impermeabilização geralmente representa uma parcela relativamente pequena. Aqui estão alguns pontos a considerar:
Variação por tipo de obra: Em edifícios residenciais de múltiplos andares, por exemplo, a impermeabilização pode representar cerca de 1% a 3% do custo total da construção. Em edifícios comerciais ou industriais, esse percentual pode ser um pouco maior, dependendo das especificações e dos requisitos do projeto.
Importância do processo: Apesar de representar uma pequena porcentagem do custo total, a impermeabilização desempenha um papel crucial na durabilidade e na vida útil de uma construção. Ela protege contra infiltrações de água que podem causar danos estruturais, deterioração de materiais e problemas de saúde devido ao mofo.
Fatores influenciadores: O custo de impermeabilização pode variar com base na escolha dos materiais, na complexidade da aplicação e nas condições específicas do local. Áreas como fundações, lajes, paredes enterradas e banheiros são especialmente críticas e podem exigir métodos específicos de impermeabilização.
Enquanto o processo de impermeabilização não representa uma fatia significativa do custo total de uma obra, sua importância é crucial para garantir a integridade e a durabilidade da construção a longo prazo, então, pesquise a melhor técnica e produto para cada caso e mãos a obra!

A construção “a seco”

O Sistema Construtivo A Seco amplamente utilizado nos Estados Unidos, conhecido como Wood Framing (ou estrutura de madeira), não tem um único inventor específico, mas evoluiu ao longo do tempo através de contribuições de várias técnicas e tecnologias.
Historicamente, o Wood Framing começou a ser utilizado na América do Norte desde os tempos coloniais, adaptando métodos europeus de construção de estruturas de madeira. No entanto, o sistema moderno como conhecemos hoje, desenvolveu-se significativamente ao longo dos séculos XIX e XX, à medida que novos materiais e técnicas foram incorporados. Alguns marcos importantes na evolução do Wood Framing incluem:
Desenvolvimento de pregos e pregadoras: O uso de pregos como meio eficiente de unir peças de madeira foi crucial para o avanço do sistema. A invenção da pregadora (Nail Gun) na década de 1950 aumentou significativamente a velocidade e a precisão na montagem das estruturas.
Padronização e normatização: Ao longo do tempo, normas e códigos de construção foram desenvolvidos para garantir a segurança e a durabilidade das estruturas. Isso incluiu especificações para dimensionamento de elementos estruturais, métodos de fixação e resistência a ventos e terremotos.
Avanços em materiais: A introdução de novos materiais, como madeiras tratadas, placas de madeira laminada (LVL), painéis de OSB (Oriented Strand Board) e produtos derivados de madeira mais resistentes e estáveis, contribuíram para a eficiência e a durabilidade dessas construções.
Tecnologias de isolamento e acabamento: A evolução dos materiais de isolamento térmico e acústico, assim como das técnicas de acabamento externo e interno, melhoraram o conforto e a eficiência energética das construções em Wood Framing.

Nessa evolução, o Steel Framing, também conhecido como estrutura de aço, surge tendo suas origens ligadas ao desenvolvimento da indústria siderúrgica e às necessidades de construção civil do século XX. A origem do steel framing pode ser rastreada até o início do século XX nos Estados Unidos, onde o uso de aço na construção civil começou a ganhar popularidade devido às suas propriedades de resistência, durabilidade e flexibilidade.
No início do século XX, os avanços na produção de aço permitiram a fabricação de perfis e chapas de aço mais acessíveis e padronizados. Isso possibilitou o uso do aço como material estrutural em edifícios, inicialmente em estruturas industriais e comerciais.
O desenvolvimento de técnicas de fabricação que permitiam a produção de perfis de aço leves e resistentes foi um marco crucial. Isso incluiu a criação de perfis de aço formados a frio, que são mais leves e econômicos do que os perfis tradicionais laminados a quente.
A partir da década de 1940, o Steel Framing começou a ser explorado para aplicações residenciais nos Estados Unidos. Inicialmente, foi mais utilizado em regiões propensas a terremotos e em áreas onde a madeira era escassa.
Nas décadas seguintes, o Steel Framing foi ganhando aceitação e se diversificando. Ele foi adotado não apenas por suas propriedades estruturais superiores, mas também por sua durabilidade, resistência ao fogo, resistência a insetos e outros benefícios comparativos em relação aos sistemas tradicionais de construção.
Hoje, o Steel Framing é utilizado em muitos países ao redor do mundo, não apenas para edifícios residenciais, mas também para edifícios comerciais e industriais. Sua popularidade continua a crescer devido às suas vantagens em termos de sustentabilidade, eficiência e desempenho estrutural.